Monday, 9 February 2009
EUROPA NO INVERNO-Introdução
Tuesday, 3 February 2009
EUROPA NO INVERNO-TURISMO OU MARCHA MILITAR?
Dia 1 - ZURIQUE,SUIÇA
Dia muito frio, fomos do hotel até a Estação Central , na Banhoffstrasse a pé, para encontrarmos meu tio e tia e irmos visitar a fazenda dos nosso parentes em Stettfurt, pequena cidade próxima a Zurique.Lembrando...não estavamos ainda na excurção, por isso podemos andar calmamente ,sem pressa.Na estação, visitamos a maior feira de natal coberta da Europa. Uma hora depois estavamos em Stettfurt, na fazenda da família. O sol brilhava mas o vento vinha cortando como uma faca .Na verdade, não é
apenas o frio que perturba não, é o vento. A mais leve brisa pode fazer você pedir perdão a Deus por todos os seus pecados!Eu rezando para ver a neve, sonhando em tocar na neve, pois até então nunca havia visto neve na vida. Mas nada de neve!!Eu sonhando correndo na neve, rolando no chão branquinho, mas não aparecia a neve.Na fazenda, a família, que é grande e mais minha amiga almoçamos .Eles fizeram uma linda recepção para nós.Dia 3 - ZURIQUE,SUIÇA
De volta a Zurique, passeamos de manhã pela cidade ,choveu, mas deu para caminhar, se escondendo nos toldos das lojas e entrando nos cafés.Eu tinha estado na Suiça em 1988, naquela época, minha cidade João Pessoa tinha poucos supermercados e nenhum shopping center. A imagem que eu tinha da Suiça era de lojas enormes, shoppings lindos, carros parando para os pedestres atravessarem a rua...e hoje vejo que na minha cidade temos tudo isso agora, inclusive muitas lojas até maiores que as de lá.Outra coisa estranha que achei:andando na rua, a céu aberto, voc^e fica com os cabelos e roupa cheirando a cigarro. Isso é normal em ambientes fechados, mas eu nunca tinha visto esse fenômeno no meio da rua.Quase todo mundo fuma lá.Passamos o resto do dia com meus parentes, meu tio tocou orgão na igreja, onde ele tocava profissionalmente antes de se aposentar.
Bem, a noite chegou e eu com minha amiga resolvemos andar para vêr os enfeites d enatal. Eu com duas cameras, uma de fotos e outra de DVD, em plena noite, nas ruas desertas, andando sem a menor preoucupação.Nas ruas onde havia bares , restaurantes, e cinemas, o agito era grande, mas nas ruas paralelas, tudo vazio e eu tranquilamente filmando e tirando fotos ,sem medo.Bem, nesse anda-anda, acabamos nos perdendo numas ruas medievais estreitas e eu pensei que iria morrer de frio, andamos muito e a quem pediamos informações, nos ajudava com o maior carinho.Depois de horas, achamos o hotel e comemos num restaurante chinês, perto. Nunca amei tanto vêr um aquecedor.
Dia 4- ZURIQUE,SUIÇA E PARIS, FRANÇA
Após o almoço, pegamos o avião e chegamos ao aeroporto de Paris. Não fomos ao aeroporto Charles de Gaulle, fomos a outro, pequeno, vagabun...ops, digo, simples. O Aeroporto de Paris Beauvais Tillé está localizado perto de Paris, lá só funcionam as companhias aéreas de baixo custo (a nossa, por exemplo...TAP). Lá nos desencontramos do guia que iria nos buscar e ainda levamos uma bronca (em espanhol). Chegamos ao hotel, que era lindo e de luxo.Ai, estava começando a excurção, a marcha militar, a grande maratona, seja lá como queiram chamar.
Jantamos num restaurante em frente ao hotel, um restaurante português, muito bonito mas...o vaso sanitário era um buraco no chão, todo azulejado, cheiroso, mas...no chão é de lascar.Fiquei com a spernas doendo da posição que fiquei ...bem ,deixa pra lá esses detalhes.O bacalhau não estava bom não!!
Dia 5 - PARI
S,FRANÇA
Paris, a segunda cidade mais linda do mundo (a primeira é londres). Conhecemos o grupo, o novo guia e fizemos logo amizades. Até ai tudo bem. O ônibus iria sair as 8 da manhã para um city tour (esse foi o nome que deram, eu chamaria "correria tour")Como sou diabético, tomei a insulina no quarto e desci para o petit dejeuner (café-da-manhã). Olhe, vou dar um aviso aos diabéticos: nunca tomem a insulina e demorem para comer não!Simplesmente, do quarto até o restaurante do hotel, a glicose no sangue baixou muito, e no restaurante lotado, desmaiei.Cai por cima da mesa,mesmo depois que minha amiga entupiu minha boca com doces, geleias,açucar no leite...não adiantou. Acordei numa sala cheia de médicos, todo suado, pingando . As coisas doces que eu havia comido começaram a fazer efeito e eu acordei. Mas os médicos não queriam que eu saisse, tive de assinar um termo de compromisso.Era 15 para as 8, em 15 minutos tomei um banho ,pois estava todo suado, e corri para o ônibus, dormindo logo em seguida.Ok, me acordaram para vêr o Rio Sena. Eu ainda tonto, vi as paisagens mais lindas .No vídeo, está o resumo desse passeio. Paramos no Hôtel des Invalides, não, não é nenhum hotel não, é onde o corpo do Imperador Napoleão Bonaparte está, lá funciona um museu militar (isso eu vi no Google, viu?)o guia parou lá por 10 minutos, quem estava com vontade de ir ao banheiro, teve de ir a um bar pertoe esses nem ao menos puderam tirar foto na frente...ma sé isso, maratona é assim memso, daí corremos para visitar a Torre Eiffel, linda, maravilhosa, fantástica, tudo lindo até o momento que o guia disse ,em espanhol:” se vuelven en 15 minutos”. Claro que eu só podia ter entendido errado, ele não iria pedir para passarmos só 15 minutos na Torre Eiffel, imagine, seria uma loucura e...mas era isso mesmo que ele tinha dito: 15 minutos na frente da Torre Eiffel!!De lá,corremos ao Museu do Louvre. Normalmente leva-se 3 dias para conhecer todo o museu...nós, da excursão, que somos mágicos,levamos 30 minutos...incrivel, não?E olha que algumas pessoas “inteligentes” do grupo ainda acharam melhor ficar na perfumaria em frente ao museu, olhando perfumes.Para quem não sabe, o Castelo de Louvre foi construído por um tal Felipe II em 1190, para defender Paris dos Vikings. Lá está o famoso quadro de Leonardo da Vinci, Mona Lisa, entre outras milhares de obras de arte. Passamos pelo Arco do Triunfo, mas nem paramos o ônibus, só fizemos a volta ...poderiamos ter visto o Arco depois em algum DVD de documentários, desses que vendem nas bancas de jornais, talvez tivéssemos apreciado melhor!De lá...perai que eu ainda estou traumatizado com a Torre Eiffel...15 minutos!!!!!Bem, de lá, nós...perai, 15 minutos não é nem o tempo que eu levo para tomar um banho para ir trabalhar!!Em 15 minutos não dá nem tempo de procurar direito um doce diet na prateleira do supermercado. Nãooooooo!! Bem, de lá, após o almoço...digo, após engolirmos o almoço ,jogando tudo na boca rapidamente, seguimos até Versailles, que era o palácio de verão dos imperadores. Luis XIV iniciou a obra em 1664 e já foi o maior palácio do mundo.A Sala dos Espelhos, é o local mais badalado do palácio, um luxo impressionante.Depois que erramos o caminho e fomos parar no quintal, ao invés do jardim, tivemos que correr feito loucos para não perdermos o ônibus! (ah, se meu quintal tivesse 32 fontes também!!) A noite, fomos visitar a belíssima igreja de Sacré-Cœur de Montmartre, que fica numa área alta de Paris, podendo chegar até ela de bondinho ou de escadas. Nessa noite conheci o que a palavra “frio”realmente quer dizer.Nunca, até aquele momento, havia sentido tanto frio na minha vida. 7 camisas quentes, um casaco comprado na Suíça, luvas,um gorro , cachecol no pescoço e parecia que eu estava nu!O vento bate no rosto e queima, os dedos começaram a sangrar,e só achei refúgio dentro da igreja (sem referencias religiosas,é que lá dentro é quentinho!)De Montmartre, avista-se Paris inteira, é lindo. Mas quem for a Montmartre, as 9 da noite, numa noite de inverno, pode ir com Deus, mas não me chame.Depois, uma parte do grupo foi ver um show no Moulin Rouge, que fica num bairro chamado Pigalle, que é o bairro...digamos...inapropriado para menores de 18 anos. Algumas coisas que lembro ter visto nesse bairro:Museu do sexo, Supermercado do sexo (não tenho idéia do que possa ser vendido ali)cinemas eróticos (com cabines para uma pessoa ou duas pessoas...não sei para quê essas cabines)sex shops, sexódromo (que danado é isso?)e discotecas eróticas (imaginem o que não deve rolar lá dentro!!) Eu não fui ao Moulin Rouge porque, 80 euros o ingresso é pesado para mim ,como castigo, não pararam nem para eu bater uma foto sequer, só filmei da janela do ônibus. Fui para o hotel e dormi, dormi muito.
Dia 6 - PARIS,FRANÇA
Nem acreditei quando acordei que aquele seria uma dia livre, sem guia! O guia precisava daquele dia livre para receber outro grupo que s ejuntaria ao nosso, portanto poderíamos sair, sem o apressadinho do guia, gritando no nossos ouvidos:”Adelante” algo assim, que significa :”adiante” . Esta palavra ainda hoje martela nos meus ouvidos.Quando vejo uma foto da Torre Eiffel, não penso em mais nada, a não ser em “adelante”. O museu do Louvre, está associado a “adelante”. Tudo é...”adelante”. Mas naquele dia, a maldita palavra não seria ouvida, hahahahaha (desculpem, acho que estou ficando louco!!!)Pela manhã, minha amiga,eu e outra moça que conhecemos na viagem, saímos para vêr alguma coisa de Paris, já que no dia anterior, tínhamos visto alguns flashes ultra rápidos (no meu DVD que comprei na banca de jornais sobre Paris, dava para ver melhor do que pela janela do ônibus, pelo menos no DVD podia pôr a tecla pausa.)Pegamos o metrô ...outro conselho, quem não agüentar andar muito nem entre no metrô, é um pesadelo subterrâneo, com mil escadas, mil corredores, e achei muito confuso.Fomos direto a Trocadero, que é o local onde fica a Torre Eiffel (porque 15 minutos não dá nem para tomar um banho e...ok, já disse isso)Pegamos uma leve fila de mais de1 hora, mas subimos na torre. A torre é linda, a vista lá de cima é linda...fomos
d enovo ao Louvre, como tínhamos pouco tempo, dessa vez passamos 1:30 no museu (evoluímos, né?)deu para ver umas múmias, uns vasos egípcios, um quadrinho pequeno no canto chamado de Mona Lisa (é pequeno, viu?mas é lindo) e já corremos para a Catedral de Notre Dame. No inverno, na Europa, o dia escurece as 4 ou 4:30. Notre Dame com seu estilo gótico, pesado,lúgubre (mas linda!!!)ficou meio macabra no final da tarde.Pronto, acabou o dia!Ainda nos perdemos da outra moça que estava com agente, e voltamos sem ela.Mas eu passei mais de15 minutos nos monumentos, pronto!!! A noite, voltamos aquele restaurante português em frente ao hotel. Ai, para que voltei lá?até hoje me arrependo. A garçonete,muito antipática, nos atendeu em português, e nos trouxe uma porcaria d eum bacalhau queimado, que custou 10 euros.Minha amiga pediu um e eu outro e mais uma coca.Ela passou mal com o bacalhau e chamou a garçonete ,pagou a conta e voltou para o hotel, enquanto eu fiquei lá,comendo o resto do meu bacalhau.Na hora da conta, a criatura portuguesa queria cobrar de novo o prato da minha amiga. Eu disse que ela já havia pago, a garçonete falou com o dono e voltou dizendo algo incompreensível, naquele sotaque de Portugal, não entendi se ela havia dito “treze euros”ou “vinte e três euros” e pedi para ela repetir. A idiota deu uns gritos, agitando as mãos,e disse “Eujadissequeeratreze”(escrevi junto de proposito, pois ela falou assim.Dei uns gritos nela também, ela chamou o dono e o dono perguntou o que tinha havido. Eu expliquei que a garçonete estava sendo mal educada, e disse “Ela está gritando comigo, não sou nenhum idiota” O dono simplesmente respondeu “Não é idiota, mas parece!!”
Dia 7- PARIS,FRANÇA
Outro bendito dia livre, graças a Deus!!Não tem muito o que falar sobre hoje, fomos a um shopping, passeamos de novo. Qualquer coisa está ótima sem o "adelante" do guia.
Dia 8 - PARIS, FRANÇA - CANTERBURY, INGLATERRA - LONDRES, INGLATERRA
Pela manhã, logo cedo, o guia já liga para seu quarto para irritar...digo...acordar você para engolir o café da manhã e partirmos as 7 horas.Eu já dormia com a roupa que ia sair no dia seguinte. Só não colocava os sapatos, mas a roupa completa eu já vestia , quando ele ligava as 6 da matina perturbando, eu apenas levantava, já estava pronto!Se dava tempo de escovar os dentes depois do café?claro que não!!As vezes eu levava a escova e pasta para escovar em algum lugar que o ônibus parasse.Bem, viajamos até Calais, que fica na orla,para pegarmos o ferry boat para a Inglaterra. Tivemos todos que fazer uma entrevista explicando aos fiscais ingleses o que iriamos fazer na Inglaterra.Algumas pessoas não passaram na entrevista e ficaram em Calais, sem poder atravessar o English Channel (Canal da Mancha). Bem, depois da chatíssima fila da entrevista, muita gente se tremendo de medo, até parecia que iamos fazer uma prova de vestibular, entramos no ferry boat. Nossa!Parecia um shopping center flutuante. Alí já era território inglês. 1:30 minutos , passeando pelas lojas, bares e restaurantes da enorme embarcação, o mar agitado lá fora, tudo se movendo lá fora...deu enjôo, quase que eu...ok, deixa pra lá!!Almoçamos no ferry e ao contrário do que s efala, a comida inglesa é muito boa e o povo ingles parece ser muito educado.Finalmente chegamos à Inglaterra.O ônibus nos levou até Canterbury. Vou explicar sobre Canterbury...pra começar o ônibus para super longe do centro, você tem que andar eandar...aliás, correr, pois o guia voava. Tirar fotos no caminho??esqueça. Se parar para tirar fotos, nunca mais você encontra o grupo. Tem que olhar para frente, se olhar muito para os lados, se perde do grupo. Ou seja, da entrada de Canterbury só lembro da bandeirinha do guia e dos gritos "adelante, adelante". Parece que cruzamos uma ponte sobre um rio...sei lá, como posso lembrar?É como na corrida de São Silvestre, ninguém vai ficar olhando o nome dos bares, lojas e praças no caminho. O objetivo é correr e dizer:"cheguei". O objetivo de muitas pessoas nessa viagem era poder dizer,depois naquela festinha de aniversário ,quando voltasse para casa: "olha, estive em 8 paises, 15 cidades, pisei em solo inglês, pisei em solo francês...."e todo mundo dizer: "oh, que chique, como você é viajado!!conhece tantos paises!!" Na verdade não conhece é nada, apenas viu rapidamente alguns monumentos e só!Não caio em outra dessa não...mas voltando a Canterbury,que cidadezinha linda!Toda em estilo medievel. No século XIV (14) um grupo de peregrinos viajou até Canterbury para visitar a catedral, vindo de Londres,e combinaram que cada um do grupo contaria 2 histórias na ida e mais 2 na volta, para passarem o tempo.O guia, Chocer, reuniu as histórias num livro e chamou o livro de The Canterbury Tales (os contos de Canterbury). Hoje, em Canterbury, pode-se visitar o mu
seu dos Contos de Canterbury.Eu havia lido sobre o museu na internet, pois já tinha lido o livro, e sai correndo pela cidade com minha amiga a procura desse museu. Como tínhamos pouco tempo, não poderia perder 1 minuto. Achamos o museu e entramos. O museu tem réplicas de cidades medievais e os personagens dos contos estão lá, para você vivenciar as histórias. Pronto, acabou o tempo na cidade. Saimos correndo para encontrar o grupo para irmos à Londres.Morto de vontade de ir ao banheiro,mas...e daria tempo?não deu não! Fui com vontade mesmo! Viajamos e chegamos a noite à Londres. Eu lá queria vêr Big Ben, nem rainha, nem nada, só queria jantar e dormir.
Dia 9 - LONDRES, INGLATERRA
Bem cedo, antes das 6, toca o maldito telefone nos acordando. Vamos lá, vamos marchar!!Engolimos o breakfast,e pegamos o ônibus. O dia estava lindo, ensolarado, mas muito frio. Fomos primeiro à Tower of London (Torre de Londres), um castelo lindo onde estão guardadas as joias da rainha,onde morreram muitos famosos da nobreza e dizem que é mal -assombrado. Se eu vi algum fantasma?Tá brincando, nem entramos, tiramos 2 ou 3 fotos no portão e sai
mos correndo. Correndo como tudo que faziamos lá, só correr. Chegamos ao parlamento, lá estava o Big Ben, lindo, no sol, brilhando. Pensei em tirar mil fotos da área. O guia falou :"Vocês têm 15 minutos aqui, voltem logo!" Lógico que só podia ser bincadeira, ninguém vai ficar só 15 minutos ali, no parlamento, próximo ao Big Ben, pelo amor de Deus. Mas era verdade, só que pior que a Torre Eiffel...o ônibus parou muito distante do Big Ben, na verdade, calculei tudo, levamos 4 ou 5 minutos para caminhar até perto do relogio e mais 4 ou 5 minutos para voltarmos ao ônibus, ou seja, passamos mais ou menos 5 a 7 minutos no Big Ben.No DVD que comprei na banca sobre Londres, pelo menos eu podia apertar a tecla pause, e olhar melhor. Nenhum ser humano normal passa 7 minutos no Big Ben, isso é crime!Não é mentira, tem testemunhas.Ah, do lado esquerdo da foto do Big Ben, pode-se vêr uma roda gigante, chama-se London Eye e é a maior roda gigante do mundo. Pois eu só vi essa roda gigante na foto, não vi na hora não. Sim, pois ou eu olhava para o Big Ben ou para o London Eye, dai nem prestei atenção nela.Daria tempo de ir mais perto do Big Ben?lógico que não, pois o guia já vinha aos berros "adelante, adelante". Em Londres tirei apenas 15 fotos. Quando vou à praia aqui com a turma, bato umas 30 fotos no mínimo numa manhã...mas na bela londres so consegui bater 15!!!!. A noite, paramos em Picadilly Circus, que é a zona de badalo de Londres e fomos andando conhecer o bairro Soho, onde o agito maior rola. Tem de tudo: cinemas,teatros, restaurantes, exposições e ainda tem a zona gay, para quem gosta.Não deu para memorizar tudo muito bem não por causa do...”adelante,adelante
Dia 10- LONDRES, INGLATERRA
O grupo foi conhecer um castelo próximo a Londres, mas eu e outras pessoas preferimos ficar em Londres e passear. O frio era tanto que meus dedos sangraram mais ainda,o vento soprava como se fosse uma chuva de agulhas furando o rosto. Para quem está acostumado com o clima tropical ,praias ,uma temperatura que varia entre 25 e 31 graus, (25 já é frio para quem mora em João pessoa)realmente sente a diferença.Com algumas pessoas do grupo, fomos ver a troca da guarda no Palácio de Buckingham, onde mora a família real.Muita gente, muito movimento, muito agito mas essa troca de guardas não é lá essas coisas toda não, só bonitinha.Ao meio dia, olhei para o céu e o sol que brilhava sumiu atrás de uma nuvem preta. Se já estava gelado com o sol brilhando, agora o inferno havia chegado:triplicou o frio de um minuto para o outro.Minhas roupas não estavam adiantando muito não, não tinha mais como colocar mais roupa no corpo, já estava pesado com tanta camisa, casaco, luvas, etc etc. Saímos do palácio e fomos passear pela cidade. Usamos o método esconde-esconde: entravámos em cada loja, só para se aquecer, tomávamos um café em cada bar e eu ainda achei pouco, entrava nas cabines telefônicas e me trancava lá, tremendo de frio. O guia havia combinado com as pessoas que ficaram em Londres, para nos reunirmos as 6 horas na praça Picadilly Circus, ele falou para ficarmos próximos a uma estátua de cavalos e o ônibus passaria lá para nos buscar e irmos ao hotel de volta. Andei muito por Londres, mas me perdi do grupo, bem, não era problema,pois tinha anotado o local de encontro...era Picadilly Circus...ou seria Trafalgar Square?ai meu Deus, não lembrava mais e nem sabia onde tinha anotado. Só lembrei da danada da estátua dos cavalos. O jeito foi perguntar na rua: “Excuse me, where is the statue of the horses...Picadilly Circus or Trafalgar square?” (licença, onde fica a estátua dos cavalos...?)Ninguém sabia, ninguém soube informar sobre essas estátuas e eu sai sozinho me dirigindo (perguntando,claro) para Picadilly Circus, s enão fosse lá, teria que me virar sozinho para voltar ao hotel, que ficava muito longe . Chegando a Picadilly, procurei a estátua...ninguém sabia. Entrei em desespero, nem sabia chegar sozinho ao hotel, teria que pegar um táxi caríssimo. A noite chegou, o frio quadruplicou e eu tremia de medo e frio.Até que...ufa, vi um casal procurando a estátua dos cavalos. Era do meu grupo e passaram pela mesma agonia por causa dessa maldita estátua. A droga da estátua ficava alguns metros dalí, dobrando a esquina. Tirei até uma foto para se algum guia de alguém marcar um encontro lá algum dia, essa pessoa não se perca. Fica em picadilly, dobrando a esquina. Ufa!!
Dia 11- LONDRES,INGLATERRA – BRUGES,BÉLGICA – AMSTERDÃ, HOLANDA
De manhã cedo, muito cedo, mas muito cedo, fomos acordados e engolimos o café da manhã. Eu, que amo viajar, adoro a Europa, tenho filmes, vídeos, fotos, tudo s
A noite, jantamos em Amsterdã, na Holanda. Depois do jantar, o guia, falou se gabando todo: “Olhem que maravilha, nós hoje tomamos café da manhã na Inglaterra, almoçamos na Bélgica e jantamos na Holanda. Maravilha!!” Eu, como sou realista, pensei: “Qual a vantagem disso?na verdade você nessa pressa não conhece nada , apenas vê algumas imagens rápidas,como se fosse um programa de TV, mas conhecer mesmo, não conhece nada!” Ainda pensei: “Se tivéssemos almoçado e jantado em Bruge, na Bélgica, ainda poderia se dizer que deu para ver alguma coisa, mas ficar 2 ou 3 horas numa cidade turística como Bruges,não dá para nada!!!”
uma hora preso lá.Ao sairmos da “prisão” o guia liberou o grupo, para tarde livre. Ofereceu um passeio ,pago, claro, para quem quisesse ver os moinhos d evento, próximos a cidade.Eu queria ver a cidade e fiquei com alguma spessoas do grupo, andando.O frio estava pior, tive a oportunidade de ver, na rua num termômetro em forma de tulipa, a temperatura:-5. Fomos de bonde visitar o museu de Van Gogh. O bonde não tinha cobrador, não tinha onde comprar as passagens, ninguém nos informou, então sem querer andamos de graça . Eu e a turma com o dinheiro enrolado na mão, esperando achar algum lugar para pagar, mas nada, não conseguimos pagar.
.A visita faz você se arrepiar e crescer mais ainda a raiva por nazistas, grupos de extermínio raciais, esse tipo de gente que só pode ter vindo ao mundo por engano,deviam ter ido direto ao inferno. A casa, sem mobília atualmente, dá uma depressão grande. Há uma estátua da menina no começo da rua, indicando que ali está o museu. Anne escreveu um diário que foi encontrado depois que quase toda a família foi morta no campo de concentração, exceto seu pai. A partir do diário, ficou sendo conhecida a dramática história dela. Nesse ambiente,é proibido filmagens e fotos, mas eu consegui, escondido, filmar rapidamente a estrela usada por Anne Frank, que era uma identificação que os judeus eram obrigados a usar. Deix
amos o museu e fomos caminhar pela cidade. Não posso dizer que realmente conheci a cidade só porque fiquei algumas horas lá,não conversei com praticamente ninguém de lá, não sei como é o cotidiano das pessoas, mas só sei d euma coisa: lá, podem fumar maconha sem problemas. Encontramos uns rapazes brasileiros numa esquina, que nos deram informações de lugares para irmos, e disseram que estavam super felizes por poderem fumar sem a polícia ficar no pé deles. E ainda perguntaram se queríamos ir com eles dar umas tragadas. Eu